Estruturação e implantação de projeto • jul–nov/2021

Light • Projeto Comunidades

Reestruturação do Projeto Comunidades, implantação do piloto em Dom Bosco e consolidação de uma lógica de replicação para 50 comunidades.

Ciclo completo

Contexto

O projeto já existia, ainda em estágio embrionário, e precisava ganhar escopo, frentes de trabalho, dados, governança e uma lógica de implantação capaz de articular múltiplos stakeholders.

Desafio

Estruturar uma atuação integrada em comunidades, conectando relacionamento, rede, medição, cadastro, faturamento e cobrança sem reduzir o problema a uma única frente.

Atuação da Power 4P

A Power 4P estruturou o projeto, organizou prioridades, apoiou a escolha de Dom Bosco como piloto, coordenou a implantação e consolidou instrumentos de acompanhamento.

Evidências

Piloto efetivamente implantado em Dom Bosco e Business Case de replicação/adaptação da abordagem para um universo de 50 comunidades.

Ferramentas e abordagem
Gestão de Projetos • cronograma estruturado • Ver e Agir • integração de frentes operacionais • Business Case de replicação

Aprendizado

A atuação mostrou que problemas percebidos em uma frente exigem leitura sistêmica e que o piloto pode funcionar como mecanismo de aprendizagem antes da escala.

Alcance da atuação

Os 6Es neste case

ENXERGARENTENDERESCOLHEREXECUTAREVIDENCIAREVOLUIR
ENXERGAR

Dar forma ao problema: estruturar escopo, frentes, dados e governança.

ENTENDER

Integrar comunidades, unidades consumidoras, perdas, não conformidades e frentes de rede, medição, cadastro, faturamento e cobrança.

ESCOLHER

Organizar a estratégia de implantação e priorizar Dom Bosco como piloto.

EXECUTAR

Implantar o piloto com coordenação das frentes e acompanhamento por instrumentos de gestão, incluindo Ver e Agir.

EVIDENCIAR

Acompanhar cronograma, ações e informações necessárias para avaliar o avanço.

EVOLUIR

Converter o aprendizado do piloto em Business Case de replicação para 50 comunidades.

Nota metodológica: quando a atuação antecede a formalização do framework, os 6Es são apresentados como leitura retrospectiva da lógica observada — não como afirmação de que a nomenclatura formal já era utilizada naquele momento.